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“MENTE MALÉFICA” CONDENADO A 32 ANOS DE PRISÃO NO REINO UNIDO

| GOVERNO BRITÂNICO, IMIGRAÇÃO NO REINO UNIDO | 21/02/2018

Britânico de 29 anos fazia-se passar por uma mulher artista para se aproximar das vítimas e lhes exigir o envio de fotos delas nuas ou parcialmente desnudadas

Um cientista britânico, considerado culpado de 137 crimes, incluindo o incitamento à violação de uma criança de quatro anos, foi hoje condenado a 32 anos de prisão, por um tribunal de Birmingham, Reino Unido.

Matthew Falder, 29 anos, que se autointitulava como “mente maléfica” e “666diabo”, fazia-se passar por uma mulher artista para se aproximar das vítimas e lhes exigir o envio de fotos delas nuas ou parcialmente desnudadas.

O homem fez mais de 50 vítimas, desde crianças pequenas a pessoas na casa dos 30 anos, e difundia e comentava imagens degradantes delas através da internet, de acordo com a agência nacional do crime britânico (NCA, na sigla em inglês). Terá abordado mais de 300 pessoas em todo o mundo.

Falder também filmava pessoas suas conhecidas enquanto elas tomavam banho, depois de instalar câmaras escondidas em vários locais.

O juiz Philip Parker descreveu “uma história de depravação sem limite”, cujos efeitos sobre as vítimas foram “devastadores”.

“Falder é um indivíduo extremamente manipulador que claramente obtém prazer por humilhar as suas numerosas vítimas. (…) Ele atacou deliberadamente vítimas jovens e vulneráveis, das quais pelo menos três tentaram suicidar-se”, disse o Ministério Público, em comunicado.

O geofísico, licenciado pela prestigiada universidade de Cambridge, e empregado como investigador pós-doutoramento na universidade de Birminghan, foi preso no seu local de trabalho em junho do ano passado, e admitiu as acusações.

“Em 30 anos de trabalho, nunca vi crimes tão terríveis, cujo único objetivo era causar sofrimento e angústia”, disse um dos investigadores, Matt Sutton, citado pela NCA.

O responsável acrescentou que se tratou de uma “investigação extremamente complexa sobre um prolífico predador ‘online’, que durante vários anos acreditou que poderia escapar da lei e explorar sexual e sadicamente as vítimas vulneráveis”.

A agência britânica trabalhou com as autoridades norte-americanas, a polícia federal australiana e a Europol no âmbito deste caso.

Fonte: Diario de Noticias

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